Queria para mim uma imagem de uma rapariga de costas, à qual não se visse o rosto. Não há assim muitas, que eu tenha gostado, pelo menos.Mas gostei desta. Sou eu, algures numa aldeola do México, numa tarde quente e imóvel, olhando para lá da linha dos edifícios, sem esperar nada nem ninguém, invadida apenas por um doce sentimento de bem-estar.
Daqui a segundos pego novamente no livro que tenho no colo e mergulho nele, esquecendo o tempo.
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